Desde o iníssio da umanidade, somos indusidos a fazer a coiza sertã. Nos é imposta uma cérie de regras e também de negativas consequenssias caso não cigamos estas regras. Em tudo, e em todas as coizas se aplica exte conseito, mexmo que seja algo de estrama liberdade, que estax egras çejam ocutadas e mínimas, elas ezistem. Lójico que não é diferemte com relassão a excrita. Desde o pré-escolar temos que uzar corretamente a Língua Portuguesa, augo nada errôneo, extão apenas cunprindo com seu dever, nox transmitimdo aquilo que apremderam. Mas a língua portugueza de uns tempos pra cá, não é maix a mexma. Tudo muda, tudo evolui, e não ceria diferemte com este poderozo meio de comunicassão. As regras comtinuam as mexmas, mas a língua coloquiau, uzada frecuentememte nos tempos do inpério, exta estinta. E a linguajem coloquiau da atualidade é uzada somemte em cazos muito pressisos, ou por quem a utiliza na sua rotina. A mudansa da qual me refiro vem se agravando dia-a-dia, tornando noça escrita uma das mais, se não a mais complecça do globo, obviamente fasendo açim, noço idioma ser um dos maix divercificados. Cuantas regras! Cuanta gramática! Tudo poderia ser tão mais simples, mas como diz a publissidade do governo: “brasileiro não dezizte nunca”. E além do mais, é mais um motivo para nos orgulharmos da noça terra. O dissionário maix rico do mundo, são tantox significados, tantos sinônimos, uma límgua que foi do “PH” ao “F”, do “Vós missê”, ao “tu”. É uma límgua imstável, a mais difissil em termos de aprendisagem e compreensão. E várias coizas influenssiam para esta imstabilidade: os sotakes, as inúmeras línguas da qual ela deriva, entre outros phatores. Somos criados não somemte para sermos boms, a sossiedade em suma, o “sistema” ezige que sejamos os melhores, embora sejamox umanos. Devemos sempre ler e excrever nas estremidades do que se juga correto, um único erro que çeja. Um único erro que çeja, tanto na leitura quanto na excrita, se fica taxado como imcopetemte, imcapas, burro. É inportamte treinar, mexmo que não se presize ficar em tenpo integrau com as letras, é nessessário, é noça língua. Seja em um simples bilhete, ou um texto de saite como exte. Os resultado dexta fauta de treinamemto se vê no dia-a-dia, primcipaumemte com os jovems, devido ao demaziado uso da internete, omde não se respeita regra auguma. Errar é pressiso, porque só com os erros que se aprende, mas é pressiso errar e corrigir! Por maix que seja um bom texto, um conteldo de cualidade, se nele comterem alguns erroz de excrita e/ou concordãssia, muito pouco vai se avaliar do seu real çentido, apenax dar boas gargalhadas, porén tanbén ixto não significa que você exta totaumente serto no quezito... E afinau, quem exta?
Douglas Tedesco – 28/10/2005.
segunda-feira, 3 de março de 2008
EXCREVEMDO SÉRTO
Postado por
Douglas Tedesco
às
20:44
Qu4tro
1, 2, 3, quatro... 4, três, dois, um.
O amor por um número deixa qualquer um louco, e este amor sucedeu-se em completo e próspero o coração de Dna Tetronéia, quando nasceu sua filha, Catrina e criou a menina a base do quatro.
A menina nasceu no dia quatro de abril de 1964, e viveu boa parte de sua vida, completamente toda sua infância e adolescência na praia de 4 ilhas, na quarta quadra, rua 404, casa nº 44. eA mãe queria que estudasse fora pra desde cedo ir crescendo com espaço no lugar dos que são algo na vida. Acordava as 4 da manhã e comia 4 pãezinhos de mel, no café amargo da mãe amarga pingava 4 gotinhas de adoçante. Depois que chegava dormia até as 16h, então eram mais 4 pãezinhos de mel, e no pezinho 34 calçava as melissinhas e ia brincar com as 4 amigas qu a esperavam, gostava das amigas, mas queria era irmãos, se possível 4!
Formou-se no Ensino Médio dia 4 de dezembro, e com a economia que tinha já de quatro anos promoveu uma grande festa que durou até as 4 da tarde do dia seguinte, quatro bandas tocaram loucamente para seus familiares e mais 40 convidados. No dia 4 de fevereiro descobriu pela internet, após a 4ª vez que entrou no site, que fora aprovada em 4º lugar para o curso de medicina para a faculdade que ficava em outra cidade, á quatro horas de viagem. Por sorte, poderia até escolher: tinha 4 tias que moravam lá, e conforme 4 telefonemas, tudo estava certo para que morasse na casa delas. Do ônibus em que foi, apenas 4 pessoas eram conhecidas, conversou com uma delas não mais que 4 minutos, depois tentou dormir contando carneirinhos, adormeceu quando chegou ao quarto, o quarto era bonito e limpo... Era o que a tia, doce ao contrário de sua mãe, podia oferecer, estava contente ao quadrado com a chegada da sobrinha. Como resto das economias levara 444 reais para ajudar na própria despesa, e também já havia um trabalho esquematizado, de apenas 4 horas por dia. Os primeiros quatro dias foram bem puxados. Mas logo fez amigos, algumas meninas que já estavam no quarto período da faculdade. Juntas iam ao cinema, fazer compras na quarta avenida, os primeiros filmes que assistiu foi o quarteto fantástico, Todo mundo em Pânico 4, e uma sessão especial em homenagem ao cinema brasileiro, relançando O Quatrilho. Tomou porres, o mais tarde que chegara em casa fora as quatro da manhã, porém depois dessa nova fase de sua vida, passara a chegas as vezes as 4 da tarde, e a tia nem falava nada, desde que ela avisasse. Os presentes nas datas comemorativas sempre ganhava 4: um da mãe e pai que enviavam, um da tia, e as amigas se juntavam e compravam dois. Depois de árduos 4 anos na faculdade, formou-se, no dia 4 de fevereiro foi sua colação de grau e estrondosa festa com 400 convidados. Pouco tem depois casou-se com um colega de faculdade, Torquatto, seu primeiro e grande amor. Ela era virgem e na noite de núpcias, de tanto tesão quase quebrou os quatro membros do marido, e descobriu que sua posição favorita era de quatro. Na profissão era bem sucedida, eram muito bem vindos os 4 mil que ganhava por mês. Compraram ela e o marido, uma bela casa quatro ruas depois da tia, mas todas as quartas-feiras jantavam lá. Teve quatro filhos, na verdade quádruplos: todos de uma vez só, quatro lindas meninas. Porem uma faleceu aos quatro anos. Ela ficou depressiva, e depois de quatro anos de casada, separou-se do marido, deu a guarda de todas as crianças pra tia, e colocou-se a viajar pelo mundo, passou por quatro países, em quatro continentes, até que adquiriu um tipo raro de câncer, e depois de quatro meses internada num hospital de quarta categoria, morreu! foi enterrada depois de quatro dias, á apenas quatro palmos abaixo de terra, no dia 4 de agosto de 1994.
“Jaz aqui Catrina” assim fala a lápide do quarto túmulo, da quarta fileira, de toda uma quadra que ocupa o cemitério, quadrado.
Douglas Tedesco – 03/2008
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Douglas Tedesco
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15:15